sexta-feira, 15 de agosto de 2008

O cheiro da "Guerra Fria"


Quase 20 anos depois do final da União Sovietica, sinto de novo o cheiro da guerra fria, os velhos fantasmas reerguem-se numa altura que eu pensava ter visto o mundo acordar para a vida e não cair em erros do passado, em que as Nações Unidas servissem para alguma coisa, que fossem um agente pacificador do mundo, e não vivessemos divididos entre Oriente e Ocidente, entre NATO e Pacto de Varsóvia, entre a América e a Russia, agora brindados com mais jogadores no xadrez mundial, mas sempre divididos.
Custa-me ver como nos idos anos da Guerra Fria, as declarações de apoio a Estados que são peões no jogo de controlo internacional, custa-me ver as guerras entre os apoiados dos blocos, e ver que como então usam outros para lhes fazer o trabalho sujo.
Soldados Georgianos com simbolos das forças especiais dos EUA, ou somente os famosos agentes de assistência internacional da CIA, Milicias Ossetinas, Abcazes e Tchetchenas, atrás dos tanques com a bandeira tricolor e que avançam para dentro das cidades, quano os tanques param nos arredorres, fazendo o trabalho sujo que não convêm fazer as Potências.
Que Flashback, que andar para tras no tempo, para o tempo em que não era nascido, mas que li, que vi na televisão, que pesquisei e me permitiu escrever o acima descrito...
Ontem disse como piada, para quando o Check Point Charley em Berlim, um Vietnam ou um Afeganistão, daqueles a moda da guerra fria...

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